a amizade
tem uma santíssima trindade:
beijo,
abraço
e palavrão
tem de ter
senão, é não...
e que se amem,
amém!
(que se fodam também rsrsrs) :o)
segunda-feira, 29 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
medalha
fica aí o meu conselho:
o seu tesouro
é ver o ouro
pela prata do espelho
(pra minha amiga "I", que não pediu o conselho, mas peço licença poética) :o)
o seu tesouro
é ver o ouro
pela prata do espelho
(pra minha amiga "I", que não pediu o conselho, mas peço licença poética) :o)
sexta-feira, 12 de março de 2010
e agora...
em terra sem eira nem beira
uma nuvem carpideira
lava as cinzas da quarta-feira
(fim do carnaval de 2008 em ouro preto) :o)
uma nuvem carpideira
lava as cinzas da quarta-feira
(fim do carnaval de 2008 em ouro preto) :o)
sexta-feira, 5 de março de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
impressões
na morte lenta desse longo casamento
por um momento um filme veio à mente
amargar tão e somente cenas pungentes
cujas lentes se mostraram embaçadas
com as digitais do câmera "acaso":
para nós, provas de um crime
arte sublime, em todo caso
(pra Jujuba, amiga especialíssima) :o)
por um momento um filme veio à mente
amargar tão e somente cenas pungentes
cujas lentes se mostraram embaçadas
com as digitais do câmera "acaso":
para nós, provas de um crime
arte sublime, em todo caso
(pra Jujuba, amiga especialíssima) :o)
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
piada
numa tenra idade
aprendi a rir
sem ter vontade
(pra figura que fez eu me rir, aos 8 anos de idade) :o|
aprendi a rir
sem ter vontade
(pra figura que fez eu me rir, aos 8 anos de idade) :o|
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
sentimento-mor
um grande amigo me contou
sobre o caso entre a-mor
e seu companheiro o-mor
me permiti rir de graça
de incondicional favor
(pro meu amigo Bruno, que me contou isso aí) :o)
sobre o caso entre a-mor
e seu companheiro o-mor
me permiti rir de graça
de incondicional favor
(pro meu amigo Bruno, que me contou isso aí) :o)
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
(momento prosa)
São 5 da tarde. Ontem aconteceu uma cena que achei muito interessante:
Tava curtindo a piscina aqui do prédio mais ou menos nesta mesma hora. Minha amiga Ju tava comigo, e haviam duas meninas de mais ou menos 10 anos de idade brincando pra valer.
Depois de um tempo, percebemos que umas 3 crianças na faixa de 4, 5 e 6 anos chegaram correndo até o portão da piscina e pararam. Justamente nesse momento, uma das tais 2 meninas (que já estavam lá) deu um pulo na piscina. A mãe das criancinhas menores chegou correndo, pensando que uma delas tinha pulado e comentou com a gente que tinha levado um susto. Conversamos um pouquinho e ela resolveu deixar o portão da piscina fechado, para que as crianças não entrassem. E se foi para a portaria, de onde eu ainda a conseguia avistar.
A criancinha maior e a menor ficaram olhando a água pelas grades do portão, morrendo de vontade de entrar, e tentaram passar pelas grades - até conseguiriam -, mas desistiram.
A menina maior se afastou um pouco do portão e bateu o pé numa pequena poça de água que tinha ali, contentando-se com isso. E aí se foram pra junto da mãe.
Um tempo depois, alguém chegou e abriu novamente o portão.
A Ju e eu estávamos conversando, quando vi que a criancinha maior (a mesma da poça) chegou correndo, como se tivesse avistado o portão aberto e estivesse aproveitando a oportunidade. Comentei isso com a Ju. Mas o que aconteceu foi o seguinte: a menina parou no portão e fechou-o bem devagar, indo embora em seguida.
Pouco depois, a mãe de uma das 2 meninas de 10 anos chegou e falou rispidamente com ela para que se enxugasse, para ir embora logo, pois já tava na hora. O clima de diversão que as duas estavam mantendo morreu de uma forma tão gritante que a Ju e eu não pudemos deixar de comentar a situação.
Sabíamos que não tinha nada a ver com o fato de estarem indo embora... e sim com o respeito que os pais tem pela diversão de seus filhos.
triste criança
aprendeu a sorrir
fechando a porta
que deseja abrir
São 5 da tarde. Ontem aconteceu uma cena que achei muito interessante:
Tava curtindo a piscina aqui do prédio mais ou menos nesta mesma hora. Minha amiga Ju tava comigo, e haviam duas meninas de mais ou menos 10 anos de idade brincando pra valer.
Depois de um tempo, percebemos que umas 3 crianças na faixa de 4, 5 e 6 anos chegaram correndo até o portão da piscina e pararam. Justamente nesse momento, uma das tais 2 meninas (que já estavam lá) deu um pulo na piscina. A mãe das criancinhas menores chegou correndo, pensando que uma delas tinha pulado e comentou com a gente que tinha levado um susto. Conversamos um pouquinho e ela resolveu deixar o portão da piscina fechado, para que as crianças não entrassem. E se foi para a portaria, de onde eu ainda a conseguia avistar.
A criancinha maior e a menor ficaram olhando a água pelas grades do portão, morrendo de vontade de entrar, e tentaram passar pelas grades - até conseguiriam -, mas desistiram.
A menina maior se afastou um pouco do portão e bateu o pé numa pequena poça de água que tinha ali, contentando-se com isso. E aí se foram pra junto da mãe.
Um tempo depois, alguém chegou e abriu novamente o portão.
A Ju e eu estávamos conversando, quando vi que a criancinha maior (a mesma da poça) chegou correndo, como se tivesse avistado o portão aberto e estivesse aproveitando a oportunidade. Comentei isso com a Ju. Mas o que aconteceu foi o seguinte: a menina parou no portão e fechou-o bem devagar, indo embora em seguida.
Pouco depois, a mãe de uma das 2 meninas de 10 anos chegou e falou rispidamente com ela para que se enxugasse, para ir embora logo, pois já tava na hora. O clima de diversão que as duas estavam mantendo morreu de uma forma tão gritante que a Ju e eu não pudemos deixar de comentar a situação.
Sabíamos que não tinha nada a ver com o fato de estarem indo embora... e sim com o respeito que os pais tem pela diversão de seus filhos.
triste criança
aprendeu a sorrir
fechando a porta
que deseja abrir
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
dança
se o fenecer
do lindo dia
é o que há de ser...
volta inteira
vou ver
(pra minha amiga Lud e pro Leminski) :o)
do lindo dia
é o que há de ser...
volta inteira
vou ver
(pra minha amiga Lud e pro Leminski) :o)
ad libitum
nesta marcha sem compasso
é gratuito cada passo
não se tem sequer escolta
muito menos meia volta
é gratuito cada passo
não se tem sequer escolta
muito menos meia volta
domingo, 3 de janeiro de 2010
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
companheira
com seu usual assombro
busca o tolo companheiro
o conforto de um ombro:
"de todas as eiras e beiras
és a melhor das conselheiras:
que faço eu com mi'a demência
de triste escravo da prudência?"
com sua usual frieza
mostra a dura companheira
a condição de sua presa:
"ao caçador pede um conselho
o desenganado coelho.
pois digo eu, que nunca errei,
que em ti, ainda, não toquei!"
busca o tolo companheiro
o conforto de um ombro:
"de todas as eiras e beiras
és a melhor das conselheiras:
que faço eu com mi'a demência
de triste escravo da prudência?"
com sua usual frieza
mostra a dura companheira
a condição de sua presa:
"ao caçador pede um conselho
o desenganado coelho.
pois digo eu, que nunca errei,
que em ti, ainda, não toquei!"
Assinar:
Postagens (Atom)